sábado, 30 de outubro de 2010

Internet & Impresso

O crescimento das assinaturas digitais em jornal é cada vez maior. Pesquisa Edison Research, nos EUA, revela que apenas 8% dos jovens leem jornal (impresso), contra 29% que o faziam em 2000. A mesma fonte afirma que 42% desse público está na Web e 16% tinham tal hábito há dez anos. São diversas pesquisa que abordam esse tema. Para a União Internacional de Telecomunicações (UIT), são 5,3 bilhões de celulares, 940 milhões em banda larga, dois bilhões de pessoas na internet, 71% da população de paises desenvolvidos on-line, 1,6 bilhões com acesso a rede doméstica. A UIT afirma que quase todo mundo já possui celular e que a substituição pelo smartphones ocorre rapidamente.
A explosão da internet com o papel de produzir e circular notícias de forma instantanea e interativa é um fato mas, estes fatores, no entanto, não são uma ameaça ao jornal impresso. As estatísticas existem, acreditamos porém, que no mundo dos conectados, sobram lugar para o jornal de papel, o manuseio de suas páginas, dobrar, reler, recortar, enfim, o que falta mesmo ao jornal impresso é interação e envolvimento com o leitor.

Política & Desencanto

O segundo turno da campanha politica para Presidente, nada se compara, tamanha falta de esclarecimento a população. Assistir ao último debate foi meu programa de ontem, sem graça, sem vida, pouco atrativo, enfim lá estava eu sentadinha aguardando propostas e algo que me transportasse a convicção de que poderia naquele momento escolher o meu candidato. Pura bobagem, fui até o final do debate e tive certeza que estava sem ter o que escolher diante do quadro a mim apresentado.
Desilusão, desencanto em proximidade de eleição toma conta do Brasil, falta de opção é o que resta a um povo sacrificado na hora de escolher o representante do país. Esse desencanto a que me refiro, não é só com a situação da atual democracia e de seus futuros políticos. Nós eleitores buscamos renovação e uma nova forma de fazer política ética, justa, em prol de toda a população, das necessidades de toda a sociedade.
O voto é obrigatório, mesmo assim o eleitor pode fazer mudança é um poder que ele tem. Mas como mudar diante de um quadro depreciativo, onde não se consegue escolher qualidades? Entregar o destino de nossa querida nação é de uma responsabilidade muito grande e a história politica de nosso país é conhecida. A pergunta é: Como escolher dentre as opções apresentadas? Que caminho seguir? Confesso não sei. A única certeza que tenho é que o eleitor tem a chance de promover mudanças consciente diante da fartura de material politico que temos.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Voto e a consciência de cidadania

Passei esse tempo de eleição sem escrever, motivos muitos, falta de ânimo diante dos candidatos apresentados, também o desencanto da mesmice de sempre. Aproveito que possivelmente tudo se defina no primeiro turno e vou falar um pouquinho a respeito do assunto.
O voto por urna eletrônica é modelo para paises de primeiro mundo, garante agilidade na apuração e dificulta as fraudes, o político uma vez eleito pode aproveitar da sua condição e cometer fraudes maiores, a consciência e maturidade do votante é fundamental nesse momento.
Em época de eleição é uma loucura, políticos brigando por votos e eleitores em dúvida sobre qual candidato votar. Acontece de tudo, promessas não cumpridas após eleições, desmandos políticos, corrupção, falta de ética, o não comprometimento com os cidadãos, ou seja antes de eleito o céu, depois das eleições a falta de vergonha, a desmoralização, tanto no legislativo como no executivo.
Bem verdade que todos os políticos não são iguais, possivelmente exista uns poucos, tentando boas intenções, na maioria das vezes se calam, deixam o circo pegar fogo e remam conforme a maré.
Acho o momento oportuno para reflexões, porque são estes candidatos, eleitos com nosso voto, que irão nos representar e decidir muitas coisas em favor dos cidadãos.
Eleição e o momento de votar, a tomada de consciência que não deve deixar de existir, porque o nosso voto, não pode ser jogado na lata de lixo ou votar como protesto que acaba favorecendo muitos que não queremos. O voto deve e pode ser utilizado em nosso beneficio como cidadão.