terça-feira, 24 de maio de 2016


O Tempo de Desinteresse


O Brasil vive um momento de reflexão e torcida, onde, pensar a calamidade que o País se encontra, precisando de equilíbrio, ajuste, rumo se faz necessário e acreditar sim que no meio de tudo isso, as coisas funcionem, tenha bons resultados em sua nova política econômica. A decepção no plano político fica evidente dia após dia, principalmente por parte do jovem, desesperançoso, desinteressado com a corrupção , escândalos e desmoralização na classe política. Isso tudo impulsiona essa juventude a acomodação principalmente na hora de votar, da escolha por um candidato. O eleitor não tem a coragem, ousadia necessária da crítica, o interesse em conhecer e participar dos acontecimentos da Nação, dos bastidores da política. Essa falta de interesse é seguida por uma fragilidade na hora da votação e de suas escolhas, acabando por torná-lo passivo, aceitando tudo que é ofertado pelos governantes, sem brigar, sem clamar por justiça, optando pelo silêncio de quem desconhece o cenário político.
A Constituição Federal de 1988, assegura em seu Capítulo IV os direitos políticos, mas, a maioria das pessoas os desconhece e acabam não gozando desses direitos. O fato é que esse desconhecimento acaba aumentando o poder dos políticos que tudo fazem como bem entendem, excluindo o cidadão de muitas coisas e se apropriam do Estado como se donos fossem. O eleitor de modo geral deve ter em mente que sua participação política não se resume ao ato de votar, ou a sua descrença e desinteresse na política. A consciência política deveria ser algo pensado por todo cidadão e encarado como coisa muito séria, uma vez que, ela define leis, que rege a vida em sociedade e em meio a tudo isso são os portadores de cargos eletivos que administram o dinheiro público e outras coisas mais, sendo assim merece ficar de olho e ter muita atenção de todos.

sábado, 7 de maio de 2016


Mãe Amor ou Perfeição


As sociedades e as famílias, sempre tiveram um papel decisivo sobre a questão "Mãe Perfeita".Os filhos desde o seu nascimento são colocados a prova, para amarem seus pais, passando a impressão de obrigação, dever. No passado a pressão acontecia naturalmente, onde mulheres preparadas para serem esposa, mãe, desempenhando um papel único, de um amor acima de qualquer coisa. Essa carga muito pesada acaba por gerar expectativas nas mulheres sobre a maternidade, levando-as a diversos questionamentos a respeito do que é ser boa mãe? Onde foi que errei? Esses conflitos  foram transformados em raiva, culpa, dúvidas e perguntas do tipo:  Como fazer para acabar com esses sofrimentos? Que por sua vez faziam parte da própria educação recebida.
O tempo foi passando, mudanças ocorrendo no mundo, educação, novos pensamentos e forma de encarar as transformações. A própria mãe que sempre julgou seu amor incondicional para com o filho, um amor superior a tudo na vida, acaba revendo esses valores, diante de mulheres no mercado de trabalho, oportunidade dos homens serem seus parceiros nos cuidados com as crianças, enfim, a luta diária, leva a mulher mãe a perceber que o seu amor é grande, mas, não maior que o do pai de seu filho, não maior que o dos avós. O amor quando existe dentro de nós ele é  a coisa mais preciosa da vida, com ele podemos ser melhores e mais felizes, amadurecidas, responsáveis e conscientes de que vai cuidar de alguém e prepará-los para a vida. O amor de mãe não é rótulo é confiança, determinação para educar seus filhos com carinho, limites sejam eles adotivos ou biológicos, acompanhar seu crescimento, colaborar com o seu desenvolvimento, não esquecendo de sua identidade, mas, ensinando as crianças a navegarem em alto mar, enfrentando tempestades para que aprendam com seus erros e acertos.

quarta-feira, 4 de maio de 2016


O Brasil de Muitas Histórias


O País de antes e depois de Cabral, muitos ciclos, histórias e seus presidentes. O Brasil Colonia, Império, República, governos Militares e o País Contemporâneo, o Brasil da democracia, da vida rural, urbana, de todos. As mudanças no mundo e no Brasil foram acontecendo com o decorrer dos anos, um relacionamento significativo com outros países.
O País foi comandado por muitos presidentes, cada um com sua forma própria de governar. Até 1930 o Brasil era caduco, centralizador e a revolução de 30 não passou de uma burguesia temerosa, diante do crescimento operário, a necessidade de montar um Estado que soubesse lidar com as classes sociais. Ninguém melhor que Vargas para assumir esse papel com um discurso próprio, falando a linguagem popular. Homem revolucionário, esperto, político experiente, manipulador, ardiloso. Um governo populista que tinha maneira própria de lidar com os trabalhadores, mantendo-os submetidos e obedientes.
Sob o comando de Getúlio o Brasil se projetou em beneficio da burguesia industrial e avanços sociais. Com o golpe do Estado Novo em 1937, o País vive um momento de ditadura e retração, onde censura, prisões predominaram de diversas formas. Em 1950 Vargas é eleito presidente e tem mandato  interrompido por seu suicídio em agosto de 54
No ano de 1956 a 1960 Juscelino Kubitschek governa o Brasil com a Teoria Econômica Desenvolvimentista que era industrializar o País a qualquer custo e foi alto demais o preço, o Estado investiu pesado na indústria siderúrgica, construção de estradas, usinas hidrelétricas e empréstimo a empresários para montar fabricas. As portas escancaradas para o capital estrangeiro. O consumo veio a ser excessivo pela classe média. O governo mostrava progresso, modernização, a economia cresceu rapidamente, houve concentração de renda em mãos da elite, estrangulamento do mercado interno e sufocou o crescimento futuro. Resultado de tudo isso criou um Brasil dependente de capital estrangeiro e o povo, a esse completamente aniquilado. O governo termina com muita insegurança da população e perguntas sera que? isso ou aquilo? E a fragilidade leva ao desconhecido...
Perambulando crise afora, momento de indecisão pelo caminho, decepção Jânio Quadros, o desconhecido, sete meses de governo a renúncia. Como se explica isso? Nada foi esclarecido e segue com João Goulart, plano político populista. Esperava que o Estado fosse intermediário de um acordo nacional, militares, intelectuais nacionalistas, burguesia industrial nacionalista e os sindicatos, nada deu certo. O número de greves nesse governo cresceu bastante, sua derrubada veio por conspiração conjunta de militares e civis. Um momento bastante agitado onde o País começava a se descobrir, tomar consciência de seus problemas tentando resolvê-los.

quinta-feira, 28 de abril de 2016



O reinado de Floriano


O vice Floriano entra para comandar a nação em substituição a Deodoro. Reabre o Congresso, acabas com medidas repressoras, liberta os Estados de seu poder deixando-os livres para agir e resolver seus problemas. O País estava dividido por aqueles que queriam e os que não desejavam Floriano no poder. "Marechal  de Ferro" como era chamado, embora com jeitão caipira, tranquilo. Apoiado por militares e cafeicultores, jogou pesado com quem era contra o seu governo, muito contraditório e tirano, mas como tudo é possível tinha fãs clube os florianistas que o admirava por conta de algumas medidas populares: tabelar preços de aluguéis, acabar com impostos sobre açougues para baratear a carne e combater especuladores. Floriano acabou seu governo enfraquecido, com pouca força política.
A nova Constituição em substituição a do Império tem duração até a Revolução de 30, poucas famílias de latifundiários tinham o controle da vida econômica e política. As oligarquias mais importantes eram São Paulo e Minas Gerais e essa constituição serviu para eles comandarem a seu modo a política brasileira. O voto nesse período não era secreto, uma verdadeira anarquia em muitos lugares por ocasião de eleições, o tempo dos coronéis, voto comprado, vigiado, clientelista, fora a roubalheira que era constante, uma tremenda fraude sempre, voto de cabresto. Imagine que período os donos das terras e dos eleitores, não havia Tribunais Eleitorais para fiscalizar, havia uma Comissão Verificadora, composta por membros do Congresso Nacional, o deputado eleito recebia um diploma que só era validado se confirmado pela tal Comissão, os interesses acima de tudo, jogo de favorecimentos.

quarta-feira, 27 de abril de 2016


Primeiro Presidente do Brasil


A República nasce com o governo provisório do Marechal Deodoro da Fonseca uma verdadeira ditadura, governadores eram nomeados por ele, tudo muito tumultuado onde a força era militar. Em 1890 a Assembleia Constituinte foi eleita, o maior número de deputados eram latifundiários e elegeram o primeiro presidente do Brasil.
O Marechal foi um presidente sem rumo e sem voto do povo, a pressão militar diante do congresso o elegeram. Seu governo foi super desestruturado, sem comando, troca de favores, interesses falando mais alto, corrupção,  cargos militares em alta, convocando civis a usarem a farda, um governo totalmente perdido. O Congresso que tinha maioria de fazendeiros em suas cadeiras e diante de tanta asneira, resolveu votar a Lei das Responsabilidades, limitando os poderes do Presidente, uma desfeita a Constituição, provocando a ira do Marechal que fechou o Congresso, a situação era insustentável, governo sem credibilidade, as tropas já não obedeciam as ordens do comando, tudo em frangalhos, nada mais restou ao Marechal Deodoro, renunciou, deixando seu vice Floriano Peixoto que também era militar, em seu lugar.

terça-feira, 26 de abril de 2016


A Queda da Monarquia


A Monarquia tomba no momento em que atrapalha e não incentiva a modernidade. O latifúndio e o café marca do período continuou na República junto com as mudanças e novas culturas ocorridas na ocasião. O surgimento da República veio com muitos grupos sociais, que usavam seus interesses acima de qualquer coisa, as divergências eram sentidas no momento da escolha ao tipo de governo a ser instalado, muito tipo de opinião, cada grupo, pessoa, tinha uma ideia formada a respeito do fato, surgindo uma república não democrática. Sabe-se que uma democracia, luta-se pelo diálogo, baseado em críticas e debates. A situação estava longe disso e sim da força bruta e das armas como forma de intimidação.
Um momento difícil, a insatisfação convivia com a maioria, momento de instabilidade e o exercito teve um papel decisivo na consolidação do País fazendo os primeiros presidentes. Os oficiais do exército nem todos comungavam as mesmas coisas, havia também aqueles que pensavam diferentes e não concordavam com tudo que lhes eram oferecido, havia muitas divergências. Porém mesmo em oposição,  em uma coisa eles se uniam e acreditavam, que o Brasil precisava de um presidente forte, provavelmente uma ditadura militar. O sonho das forças armadas era impor seu projeto, ficou pequeno diante da força e poder dos fazendeiros que se apoderaram do governo até os militares permitirem esse domínio oligárquico. Com muito esforço a República é proclamada com Marechal Deodoro no comando do País, que passou a chamar-se Estados Unidos do Brasil.

segunda-feira, 25 de abril de 2016



A Credibilidade dos Partidos políticos


Os partidos políticos estão cada vez mais em baixa, um cenário degradante, devastador. O desinteresse, descrença e falta de simpatia pelas legendas é sentido em todas as classes, principalmente os jovens que não encontram sentido para apreciá-los, enxergando apenas uma enxurrada de sonhos, esperança descendo ralo abaixo. O Brasil vive um momento de crise, com as legendas, não é diferente. O número delas crescem a cada eleição que se aproxima, a maioria siglas pequenas, que atuam como suporte pré-eleitorais para políticos que precisam de sustentação na disputa das eleições.
A instabilidade e fragilidade é a marca dos partidos político no Brasil, por trás de cada legenda está os interesses dos candidatos como prioridade. O clientelismo, corrupção, falta de liderança, arranjos, tudo isso está embutido nas legendas sem o menor escrúpulo e conduta ética de seus filiados. E importante ressaltar que partidos não podem ser os representantes perfeitos para o povo e seus interesses, o desejo de poder e ambição falam mais alto, portanto cada vez mais o grau de credibilidade das agremiações está totalmente viciado e seu projeto incide em beneficio próprio. Por tudo isso não podemos esquecer da importância deles para democracia, através das legendas é que o poder político é exercido nas democracias modernas e cabe a eles criar condições de modernização e mudanças, tornando-os mais participativos e atuantes.

domingo, 24 de abril de 2016



Voto, poder do cidadão


Todo cidadão, tem direito de eleger seus representantes, nada, absolutamente os impede de escolhe-los. O desconhecimento dos bastidores do funcionamento do sistema político do País leva-os a preferencias desastrosas, na votação de um candidato. As eleições no Brasil ocorre através do voto direto, secreto e obrigatório, evento importantíssimo, nesse período, escolhemos os políticos, suas propostas e ideias. Instante crucial, na observação de cada candidato, seus projetos políticos a serem implantados caso sejam eleitos.
O voto, principal instrumento utilizado nas eleições, faz a diferença, por ser o momento em que o eleitor, após todas as pesquisas, conhecimentos dos candidatos e suas plataformas políticas, escolhe um dentre muitos que lá estão. Um ato democrático, participação popular, que tem no voto sua principal forma de expressão política. Devemos exercer esse direito de forma consciente e responsável, sabendo da influência que terá no decorrer de nossos dias, sempre acompanhando os escolhidos no cumprimento de seu papel.
Até conquistar o direito do voto, os brasileiros percorreram um longo caminho, essa conquista valorosa, leva-nos a tarefa da escolha correta de governantes, que não deve ser feita por simpatia, parentesco, amizade, pedidos e outros...deve-se sim, levar em conta questões de ordem pessoal, passado político e partidário de cada governante e além disso acompanhar e se possível participar dos acontecimentos da Nação. Apesar de todo cenário político que atravessamos, o direito de escolher quem queremos por candidato é uma conquista democrática, onde podemos cobrar com legitimidade, e mesmo parecendo uma tarefa difícil estaremos exercendo um papel significativo nos rumos de nosso País.

Educação para vida e cidadania


Muito se comenta sobre Constituição Federal, Direitos Humanos, Estatutos. Leis e demais...São assuntos abordados e debatidos em todos os setores, a impressão que temos diante dos fatos é que nada disso acontece e sim muito privilegio, descumprimento de leis, e injustiças. Um tema muito abordado nesse nosso Brasil é educação, como mola mestra de todos os problemas. A escola no centro de tudo como responsável pela formação de cidadãos conscientes em diversos planos sociais.
Neste sentido, a escola  tem o dever, de preocupar-se não só com a instrução do educando mas, com sua formação de pessoa ética e participativa, explorando atitudes cidadãs de seus alunos no cotidiano para torná-los mais envolvidos com o outro. Hoje temos a toda hora notícias de violência nas escolas, falta de respeito com educadores, desinteresse com estudos, evasão e outros..., uma desmotivação constante, que precisam ser trabalhadas com outro olhar, um entender melhor, para solucionar as ocorrências.
Essas questões vivenciadas a anos por educadores, sociedade e pais de alunos, encontram como prioridade para acabar com as ocorrências o preparo desses jovens a serem cidadãos de fato e de direito, através de análise e mudanças enxergando as escolas de outra forma, onde todos estão imbuídos de um mesmo objetivo, ou seja, a formação de cidadãos no despertar de um país democrático, com a ajuda de todos que compõe o quadro escolar.                       

sábado, 23 de abril de 2016



Mudanças Climáticas


Temperaturas elevadas, secas, enchentes são visivelmente sentidas por todos. Em reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) que aconteceu em Nova York, esta semana para discutir sobre o acordo de Paris, ligado a questões climáticas, 175 países, assinaram o documento sobre como resolver o problema de emissão de gases, algo que necessita ser combatido o mais rapidamente possível. O acordo entra em vigor quando 55 países responsáveis por pelo menos 55% das emissões daqueles gases o ratificarem. Apesar de haver consenso entre eles não vai ser nada fácil agilizar esse acordo, que precisa ser levado a apreciação de cada país para aceitação e aprovação.
A nação global aguarda com entusiasmo e torcendo para que tudo tenha bom desempenho e celeridade, a expectativa é grande,  o planeta agradece também a colaboração e empenho da população que sabe da gravidade dos impactos ambientais.


Lembranças e Saudades Shakespeare uma História



Hoje 23 de abril 400 anos da morte do dramaturgo inglês William Shakespeare, uma data histórica, marcada por lembranças, dentre elas trabalhos incríveis como: peças, escritas, divididas entre comédias, tragédias, peças históricas, famosas até os dias atuais.
Shakespeare  morreu no mês e dia atribuído também ao seu nascimento. Foi na Inglaterra que a criatividade artística do dramaturgo expandiu, criando asas, viajando por todos os países do mundo. Obras fantásticas Hamlet, Rei Lear e Macbeth como suas principais, receberam aplausos e admiração de multidões. Mestre dos mestres em criação de tramas. Hoje em vários lugares mundo afora o aniversário de sua morte é comemorado, com volumes imensos de produções, concertos, exposições onde sua imagem e nome continuam com peso cada vez maior, para a cultura mundial.

sexta-feira, 22 de abril de 2016



Mulheres desafios e conquistas


Falar sobre mulher em pleno século XXI, onde a modernidade acompanha de forma acelerada seus passos, muita informação, voto, media de escolaridade superior a masculina, governam países, presidem empresas, ainda assim é pouco, espera-se muito mais avanços. Em suma, não foi fácil, uma longa trajetória e lutas que aos poucos foi dando espaço a transformações onde suas conquistas chegaram de forma gradativa.
Percebe-se com o passar dos anos, a evolução no quadro feminino, hoje elas estão competindo em igualdade com os homens, unindo trabalho com afazeres domésticos, demostrando uma batalha constante juntas, levantando bandeiras e gritando até que sejam ouvidas. Essas lutas femininas, em toda a sua historia foram repletas de sucesso para as mulheres contemporâneas.
Desta forma, as condições de gênero sempre prevaleceram em detrimento de todas as questões, pois, não se tratava apenas do sexo, mas, a forma de submissão e discriminação da mulher em uma sociedade machista.Nos últimos anos, com o reconhecimento de seus posicionamentos e cidadania motivo de orgulho, progresso e fortalecimento para as mulheres na atualidade, as coisas tomam um novo rumo e as conquistas seguem em ritmo mais acelerado.

quarta-feira, 20 de abril de 2016


Entender Quem Somos


A interpessoalidade, o conhecimento do seu interior, pensamentos e sentimentos,leva a uma visão de mundo melhor, quando despertamos para o autoconhecimento, ele direciona  todos ao entendimento, amadurecimento,  compreensão. As coisas e a vida passam a ser melhores entendidas, auxiliando muito na vida pessoal e profissional, tornando todos mais confiantes e produtivos.
O significado de tudo isso, está em olhar o nosso interior, descobrir que podemos mais, despertar o adormecido observando o que se passa no exterior, seja na vida pessoal ou profissional, repensar as relações, saber o que quer da vida, do futuro partindo a mudanças necessárias.
Por outro lado um relacionamento interpessoal é de grande importância, uma pesquisa do IPEA com 3.796 pessoas residentes em áreas urbanas, cinco regiões do País, apontam cada vez mais as pessoas levam trabalho para casa, consequências visível nos relacionamentos entre familiares, cônjuge e amigos. O stress reduz a qualidade de vida. Relacionar-se com o outro é muito difícil e complicado, a habilidade para garantir uma convivência saudável é o equilíbrio fundamental, para tornar o convívio melhor. Nada fácil na questão conviver, mas, respeito aos direitos e espaço do outro, diálogo e tolerância são primordiais para dias mais agradáveis.

segunda-feira, 18 de abril de 2016


O Grito do Povo

A pressão do povo pode mudar as coisas, no domingo 17 de abril de 2016, dia igual para todos, a cidadania de cada um fez valer a luta por uma ideia engrandecedora de ética, construída em conjunto por vontade e consciência de todos cidadãos. As ruas e avenidas das cidades do País se tornaram maior com a multidão verde e amarela vibrando de forma pacifica.
O ato fica para história, mais não podemos olhá-la de forma maniqueísta achando que simplesmente tudo não passa de brigas entre partidos, acordos e conchavos. Claro que isso existe e de forma muito clara. Mas sabemos que as coisas não nascem do nada, devemos conhecer os acontecimentos, fazer perguntas, questionar a sociedade, tentar mudar as coisas, a vida, o mundo, historia é isso, não desprezar o povo.
Em 1990 a cidadania era auge, proferida por todos. Ela significa que todos os cidadãos tem direitos que devem ser respeitados pelo Estado: O direito de liberdade individual, de poder interferir no governo, à segurança, a educação, a saúde, a habitação, ao emprego, está na constituição de 1988. A constituição não é perfeita, mas democrática, com ela aconteceu as eleições presidenciais de 1989, finalmente os brasileiros puderam votar direto.
No momento, sabemos que a reconstrução do País é mais importante, por isso a luta de todos os brasileiros, independente da posição em que se colocam. A coragem da população  não é um simples protesto moralista sobre corrupção. O empenho das pessoas é de construir uma nova ética, em um Brasil mais forte.


sexta-feira, 15 de abril de 2016

 
A Contemporaneidade e a Família


A representação da família na contemporaneidade uma caminho para mudanças constantes, em pleno século XXI, o modelo tradicional formado por homem, mulher, filhos...cede lugar a evolução social, surge um novo conceito da mesma, o individualismo passa a fazer parte da modernidade, poucos laços de parentescos, embora o afeto ganhe contornos muito forte entre seus membros.
O atual modelo familiar supera o núcleo antigo e ganha evidencia, passando a existir não só por seus ascendentes ou descendentes e sim por arranjos múltiplos, enfrentados em sua trajetória por barreiras e preconceitos. sobram exemplos, união de pessoas do mesmo sexo, até mesmo uniões estáveis teve seu momento de repúdio. No momento presente, essas uniões são realidade e saíram de um modelo patriarcal, para viverem  uma construção melhor, mais afetiva, tamanho menor,  amor e a cooperação são sua mola mestra, a base de seu sustento, independente de regras, sexo e cor.

sábado, 9 de abril de 2016


História Passado e Presente

História não é passado e sim presente. Os fatos existiram e continuam acontecendo da mesma forma hoje em pleno século XXI, com chance enorme de se escolher novos caminhos, mudanças. Os governantes sempre acreditam serem certos, honestos, éticos, enganando o povo. Enquanto permitirmos isso eles deitam e rolam fazendo o que bem entendem. Conhecer o País, saber o que acontece ao seu redor é como construir a si mesmo no tempo. As pessoas em sua quase maioria, se desobriga de participar do cotidiano de sua nação, achando que suas dificuldades de vida são maiores e mais importantes. São mesmo, mas o Brasil está inserido nesse contexto, todos os seus problemas tem a ver com a sociedade e política, são reflexos dos diversos tipos de sociedade e se manifestam de variadas formas, sendo assim cabe a nós participar mais com o que ocorre com a nação. As cobranças, opressão, poder, repressão é cotidiano de famílias e inserido também na política. 
No Brasil contemporâneo, em plena democracia, todos os cidadãos devem lutar por seus direitos e dos outros, contestar e participar em cooperação e união para construção de uma nova sociedade. Omitir-se é parar, não lutar, gritar pelo que acredita, concordar com a podridão que está acontecendo tudo isso  é uma forma de levar todos a pensarem, deixar a neutralidade, porque omitir-se e não fazer nada é concordar com o que está acontecendo. Se o Brasil tem injustiças e não procuramos fazer alguma coisa para acabar com elas, então somos culpados por elas permanecerem.

terça-feira, 5 de abril de 2016


Torcida Organizada o terror de cada dia


A violência produzida entre torcidas organizadas de futebol, ato corriqueiro nos últimos anos, acontece dentro e fora dos estádios, deixando estarrecidos e amedrontados cidadãos cuja justificativa para tamanho barbárie não encontram. São Paulo fim de semana passado, presenciou mais um ato estarrecedor das gangues, com direito a depredação de metro, lutas, rojões e até morte. Um comportamento violento criminoso por parte das torcidas organizadas Corinthians X Palmeiras, verdadeiros selvagens. Entende-se a organização de torcida uma associação que apoia seu time dentro e fora dos campos.
Diversos fatores contribuem para aumentar atos de crueldade dentre eles o aumento populacional urbano, desejos consumistas exagerados e muitos. Ao longo desses anos, fatos constantes relacionados a atitudes repressivas tornaram-se corriqueiros chamando atenção dos Clubes, seus dirigentes e autoridades, que encontraram soluções imediatas para dentro do recinto onde o jogo circula. No entanto, o que se verifica  são episódios nas ruas, ou em qualquer lugar desde que seja conveniente para comportamentos animalescos, hostil, um encontro de torcidas rivais antes durante e após cada partida. Fica claro, que a questão não foi resolvida, merece mais cuidado e atenção do Poder Público brasileiro, que continua impotente para enfrentar e achar uma solução no combate a essa estupidez, que tem como eixo, despreparo de policiais, corrupção desenfreada, problemas sociais, fome, desemprego, dentre outros...não esquecendo do Estado ineficaz, remando contra a maré.

quarta-feira, 23 de março de 2016

Angustia X Desespero


A angustia estampada no rosto de Dilma Rousseff em reunião com juristas no Palacio do Planalto, discurso desesperador, pregando a legalidade da Constituição brasileira, sim, nesses momentos todos seguem a risca seus artigos e o que dizer: "Não vai ter golpe", como soa familiar aos últimos acontecimentos. Os salões do Planalto já não cabe tanto descontrole como negativa de renúncia, posse de ministro as pressas , vítima da Ditadura enfim, são tantos bordões para encobrir o desespero mas, onde está o vice? Temer articulando novo governo? Ele nega, mas o pacto politico está na mira para ser abraçado. Não sabemos o dia em que a casa fica em ordem, quando tudo se resolve. A vida segue e queremos um Brasil governado, com justiça, equilíbrio, economia sólida que busque investir no País além disso, forças políticas, dignas, ética e responsáveis.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

O Descaso Brasileiro

A falta de saneamento básico no Brasil tema de estudo da CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA, onde, mostra que somente em 2054 todos os brasileiros vão dispor de água encanada e e tratamento. O descaso do governo é tanto, que os avanços nesse sentido são pequenos, diante dos problemas que são muitos, os gastos proposto pelo próprio governo para o cumprimento da meta são insuficientes, a burocracia nem se fala uma praga que convive em diversos setores. As desigualdades regionais está claramente definida com privilégios diferenciados nas regiões. Os municípios vive a espera da boa vontade da União, aguardando a liberação de recursos cuja demora é muito grande. Além disso há também as consequências vividas em função da falta de tratamento, esgoto, dentre as existentes, diante da situação, podemos encontrar doenças, superlotação em centros de saúde, o meio ambiente afetado que implica  em muita contaminação na indústria, agricultura, turismo e outros.
Com a intenção de melhorar a situação do saneamento básico, o governo brasileiro instituiu o PLANSAB (Plano Nacional de Saneamento Básico), que significa um apanhado de metas e objetivos para transformar a realidade deste setor no país. Não obstante a tudo isso que até o momento vem sendo pouca as melhoras nesse sentido, o sacrifício dos estados, municípios, pessoas é muito grande. Os dirigentes devem ficar atentos a essa questão que afeta toda a nação, a população não tapa o sol com a peneira, todos estão ligados, a cobrança vai ser grande.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016


O poder da Destruição

Falar de saúde em um país como o nosso, não é nada fácil. A sociedade está em um mato sem cachorro agonizando. Ano após ano, nada muda tudo piora de forma estarrecedora. Os hospitais do Rio de janeiro em situação degradante, dívidas, verbas e mais verbas que ninguém ver a cara, pois, desaparecem sem que nada se faça, tudo desce pelo rolo. A falta de gestão e administração de qualidade são fatores primordiais no caso, a corrupção vive impregnada no setor, uma situação pra la de crítica. Mas engana-se quem acredita que somente o Rio está vivendo esse momento. Todos os estados passam por dificuldades iguais.
Os pacientes perambulam, de hospital em hospital, vão em busca de socorro, atendimento e encontram mesmo são seus direitos violados, sem respeito algum. Isso ocorre porque achamos que "amanhã vai ser outro dia" (conforme letra de música), ledo engano, o flagelo continua, as próprias autoridades são responsáveis por todo esse desastre e por muitos outros. Fingimos que nada está acontecendo, preferimos não nos envolvermos diante das injustiças e dos fatos.
O brasil vive uma crise, nisto estou de acordo, mas, com tanta gastança do poder público, porque não pensar de forma equilibrada e decente, que o dinheiro da farra pode ter outro endereço, o da dor. Aqueles que se banqueteiam com o dinheiro da população, vive uma vida de mordomias sustentada com esse dinheiro, enquanto o chão dos hospitais serve de leito para os doentes, falta equipamentos para atendimento. Na visão dos governantes essa situação não é nova, a nenhum deles interessa melhorar a dignidade das pessoas.
Além dos pacientes, os médicos vivem o drama dos plantões com remuneração indigna, trabalho em condições precárias, sem medicamentos, se esforçando, dando o seu melhor e muitas vezes nada pode fazer para aliviar tanto sofrimento. Nesse ano que inicia (2016) diante do retrato fiel das últimas semanas, aonde o povo, grita sua revolta, o governo Brasileiro, no mesmo instante só tem olhos para o imposto (CPMF), colocando as pessoas em mais um sacrifício, de ver em toda sua movimentação, um dinheirinho descontado,  que se multiplica para o governo  encher as bolsas dos corruptos.
A Constituição de 1988 estabelece saúde direito do cidadão, cabendo ao Estado o dever de assegurar os recursos necessários para o seu atendimento de modo equânime. Onde estão o direito e o dever? Cadê o respeito a CF? Aprovar a CPMF, não vai resolver a questão saúde, vamos apreciar a sociedade sacrificada e esse dinheiro indo parar nas mão dos ladrões conhecidos e os que ainda não deram as caras, pois, os desmandos vão continuar.