segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Educação urgente

O governo brasileiro investe em educação muito menos do que o necessário. A decadência é gritante e toma conta das escolas públicas do País. Recentemente foram realizadas pesquisas sobre orçamento familiares em 2002/2003 pelo IBGE, observa-se no entanto que apenas 3,3% das despesas familiares são dirigidas para a educação.
O País segue em passos curtos quando se trata de realmente dar um tratamento adequado ao sistema educacional em seus Estados. Não existe coerência para as medidas aplicadas no setor. É preciso não só melhorar as instalações mas, é de primordial importância a qualificação dos professores para que saibam de que forma e como pode conduzir o ensino das crianças, adolescentes e jovens.
O Estado está sempre perdido sem definição concreta quando se trata de dispor ou planejar um projeto adequado e eficiente para uma melhora significativa na qualidade de ensino e que possa exprimir o despertar desses jovens para a importância do aprendizado.
O quadro educacional a cada dia se torna mais alarmante não só nas Escolas como também nas Universidades. E o problema começa exatamente na falta de direcionamento e consciência, no preparo, incentivo e no significado do estudo desde os primeiros anos para que cresçam sabendo da importância de uma sala de aula.
As soluções para esse sistema educacional precário são muitas. Um pouco mais de esforço caminhando no sentido certo, investimentos maiores em cursos profissionalizantes, o cuidado em prparar o educador de forma correta, recilando e atualizando sempre para que ele busque as soluções certas para o ensino prendendo a atenção e a vontade de seus alunos despertando o querer aprender. O orçamento familiar para a educação brasileira é realmente insignificante mas, antes de tudo é a realidade da educação no adulto que passou por todo o ensino sem nenhum preparo e sem se dar conta de sua importância.

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