sábado, 7 de maio de 2016


Mãe Amor ou Perfeição


As sociedades e as famílias, sempre tiveram um papel decisivo sobre a questão "Mãe Perfeita".Os filhos desde o seu nascimento são colocados a prova, para amarem seus pais, passando a impressão de obrigação, dever. No passado a pressão acontecia naturalmente, onde mulheres preparadas para serem esposa, mãe, desempenhando um papel único, de um amor acima de qualquer coisa. Essa carga muito pesada acaba por gerar expectativas nas mulheres sobre a maternidade, levando-as a diversos questionamentos a respeito do que é ser boa mãe? Onde foi que errei? Esses conflitos  foram transformados em raiva, culpa, dúvidas e perguntas do tipo:  Como fazer para acabar com esses sofrimentos? Que por sua vez faziam parte da própria educação recebida.
O tempo foi passando, mudanças ocorrendo no mundo, educação, novos pensamentos e forma de encarar as transformações. A própria mãe que sempre julgou seu amor incondicional para com o filho, um amor superior a tudo na vida, acaba revendo esses valores, diante de mulheres no mercado de trabalho, oportunidade dos homens serem seus parceiros nos cuidados com as crianças, enfim, a luta diária, leva a mulher mãe a perceber que o seu amor é grande, mas, não maior que o do pai de seu filho, não maior que o dos avós. O amor quando existe dentro de nós ele é  a coisa mais preciosa da vida, com ele podemos ser melhores e mais felizes, amadurecidas, responsáveis e conscientes de que vai cuidar de alguém e prepará-los para a vida. O amor de mãe não é rótulo é confiança, determinação para educar seus filhos com carinho, limites sejam eles adotivos ou biológicos, acompanhar seu crescimento, colaborar com o seu desenvolvimento, não esquecendo de sua identidade, mas, ensinando as crianças a navegarem em alto mar, enfrentando tempestades para que aprendam com seus erros e acertos.

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